5 erros que empresários cometem ao negociar dívida bancária
Negociar diretamente com o banco sem preparo pode piorar sua situação. Conheça os erros mais comuns e como evitá-los.
5 min de leitura · Lincoln Costa — OAB/PR 95.403

Erro 1 — Negociar sem diagnóstico. Sentar com o banco sem saber exatamente o que pode ser contestado no contrato é entregar a condução da conversa para o outro lado. O resultado quase sempre é um acordo que apenas reorganiza a dívida, sem reduzi-la.
Erro 2 — Aceitar a primeira proposta. Bancos trabalham com faixas de alçada. A primeira proposta é, quase sempre, o pior cenário que eles podem oferecer. Sem pressão técnica e jurídica, o cliente nunca vê a segunda.
Erro 3 — Assinar confissão de dívida sem revisão. A confissão de dívida fecha portas. Cláusulas amplas de renúncia, novação e quitação podem inviabilizar contestações futuras sobre juros, tarifas e garantias.
Erro 4 — Ignorar as garantias na negociação. Discutir só o valor da dívida e esquecer das garantias é meio caminho andado para perder patrimônio. A negociação precisa tratar dos dois eixos ao mesmo tempo.
Erro 5 — Esperar a execução começar. Quanto mais tarde a estratégia começa, menor o espaço de negociação. Agir antes da execução é sempre mais barato — financeira e juridicamente — do que reagir depois.
Análise Estratégica
Seu contrato bancário pode ter os mesmos pontos descritos neste artigo.
Agende uma análise estratégica e descubra se há passivo oculto, garantias desproporcionais ou cláusulas contestáveis no seu caso.
Quero minha análise estratégica


